Qualidade de software vai além de testes
Processos de melhoria de qualidade de software reduzem custos de projetos e garantem que o produto final atenderá às necessidades existentes no momento de sua concepção.
Quem conhece aquele jogo de salão chamado telefone-sem-fio sabe o quanto ele se assemelha ao processo de desenvolvimento de um software, do momento em que a solicitação é feita até quando a solução é entregue. Da mesma forma como, na brincadeira de criança, aquela frase ou palavra cochichada pelo primeiro participante se distorce até chegar ao último companheiro da fila, a demanda inicial de um software também é interpretada de diferentes formas em sua trajetória até o desenvolvedor.
Diferente do que muitas empresas ainda acreditam, testes por si só não são a solução para o problema. Especialmente se adotados simplesmente como uma das etapas no processo de criação do software, procedimento ainda muito comum entre desenvolvedores, que, aos poucos, começam a entender a importância de colocar em prática políticas de qualidade e alinhá-las aos processos de testes de soluções.
Essas práticas vêm ganhando um nível de profissionalização cada vez maior, impulsionadas por fatores como o aumento na busca pelo offshore, a instalação de fábricas de software no País e o crescimento de exigências regulatórias como Basiléia 2 e Sarbanes-Oxley. Como resultado, o que se vê é uma enxurrada de empresas, soluções e serviços que prometem automatizar e aprimorar esses processos.

