Archive

Archive for the ‘Eng de Software’ Category

Is UML Really Dead, Or Only Cataleptic?

“Recently UML was pronounced dead as a tool for all programming needs by an article posted on Little Tutorials: 13 reasons for UML’s descent into darkness. The author suggests UML was killed by, among other causes, greed, heavy process, and design-by-committee. Is UML really a fading technology? Is it useful beyond a whiteboard notation for designers? Is there any value in code generation?”

Fonte: Slashdot

Categories: Eng de Software

Qualidade de software vai além de testes

Qualidade de software vai além de testes

Processos de melhoria de qualidade de software reduzem custos de projetos e garantem que o produto final atenderá às necessidades existentes no momento de sua concepção.

Quem conhece aquele jogo de salão chamado telefone-sem-fio sabe o quanto ele se assemelha ao processo de desenvolvimento de um software, do momento em que a solicitação é feita até quando a solução é entregue. Da mesma forma como, na brincadeira de criança, aquela frase ou palavra cochichada pelo primeiro participante se distorce até chegar ao último companheiro da fila, a demanda inicial de um software também é interpretada de diferentes formas em sua trajetória até o desenvolvedor.

Diferente do que muitas empresas ainda acreditam, testes por si só não são a solução para o problema. Especialmente se adotados simplesmente como uma das etapas no processo de criação do software, procedimento ainda muito comum entre desenvolvedores, que, aos poucos, começam a entender a importância de colocar em prática políticas de qualidade e alinhá-las aos processos de testes de soluções.

Essas práticas vêm ganhando um nível de profissionalização cada vez maior, impulsionadas por fatores como o aumento na busca pelo offshore, a instalação de fábricas de software no País e o crescimento de exigências regulatórias como Basiléia 2 e Sarbanes-Oxley. Como resultado, o que se vê é uma enxurrada de empresas, soluções e serviços que prometem automatizar e aprimorar esses processos.

Muitas companhias, porém, tardam em compreender a diferença entre testes e processos de melhoria de qualidade – e as vantagens e implicações para aqueles que os utilizam. “Testes e qualidade estão interligados. Ambos são necessários, mas são coisas diferentes”, decreta Adriano Alves, vice-presidente de tecnologia e serviços da Compuware para a América Latina. Carlos Alberto Caram, diretor-executivo da consultoria ISD no Brasil e América do Sul, concorda: “É um erro achar que a qualidade começa pelo teste.”
Fonte: ComputerWorld
Categories: Eng de Software

BOPE – Batalhão de Operações de Programações Extremas

November 1, 2007 Igor Cavalcanti Leave a comment

Recebi isso por email:

BOPE – Batalhão de Operações de Programações Extremas

1. (musiquinha no treinamento)

HOMEM DE PRETO QUAL É A SUA MISSÃO?
É APRENDER JAVA SEM PRECISAR DE CERTIFICAÇÃO!
HOMEM DE PRETO O QUE É QUE VC FAZ?
FAÇO CODIGO FONTE QUE ASSUSTA O SATANÁS!

2.

Um de vocês é o caralho! Um de vocês é o caralho! Quem apagou todo o
banco de dados foi você! Você que financia essa merda, seu viado!’
– Programador, revoltado com gerente que pediu em uma semana
trabalho de um mês e reclamou quando os bugs surgiram

3.

Em Brasília existem 7 empresas de TI. Todas elas dominadas por
gerentes burocratas armados de processos ineficientes até os dentes. O
programador tem 3 opções: ou passa num concurso, ou começa a fazer
POG, ou vai pra guerra. Eu já tava naquela guerra fazia tempo, meu
parceiro. E precisava arranjar um substituto.. .

4. (Continuação)

na maior parte dos projetos, só chamam a gente quando a própria
equipe do projeto não dá conta de resolver
pois é, só que aqui no projeto  xxxxx
, isso acontece o tempo todo

5.

Conversa entre estagiário e   Diretor Nascimento
Nas.: ‘Quem fez isso aqui?’
Oreia.: ‘Não sei’
Nas.: ‘Foi você!! Você que mantém essa porra! … Seu viado!’
Nas.: ‘Agora eu tenho que vir aqui e limpar a MERDA que você fez’

6.

Aula de Engenharia de Software com o  Diretor  Nascimento:

- O Processo Unificado foi criado por Phillip Kurtchen, e começa na
concepção, do inglês Inception, que define escopo, que vai para a
Elaboração, do inglês, Elaboration, que mitiga os riscos
arquiteturais, que vai para a construção, do inglês Construction, que
implementa os casos de uso, que vai para a transição, do inglês
Transition, que vai para…

- Capitão, o programador 23 dormiu!

- Sr. 23, segura essa porra desse projeto prioritário aqui, sr. 23.
Se você dormir de novo, sr. 23, a porra do Grupo de Garantia da
Qualidade vai te explodir, vai explodir seus colegas, vai me explodir,
você não quer isso, não é sr. 23, o sr. não vai dormir de novo, não é
sr. 23?

- Não, capitão! … Glup!

7.

Capitão Nascimento chegando pra resolver problema de build:
TODO MUNDO QUIETINHO AI, não vai SUBIR NADA (no CVS) não!!!

8.

Sobre o Analista que fez decomposição funcional no caso de uso:
Vc não é analista vc é muleque!

9.

‘30 horas pra resolver um bug de merda? O senhor é um fanfarrão,
senhor zero-meia! 30 minutos… Eu disse 30 minutos pra resolver essa
merda!’

10.

‘Sr. Designer 24, tira esse preto desse layout porra!!!!
Você é muleke!!!’

11. Essa é a melhor

‘Capitão, o aspira 07 não quer fazer POG SENHOR!!!!’

‘Ah, não quer fazer POG não é? tá com nojinho é viadinho? o que você
esperava, um diagrama de atividades + diagrama de sequencia + caso de
uso de negocio + documento de projeto + wireframe + HTML? Pede pra
sair!!! Pede pra sair!!!’

Categories: Eng de Software, Java, Piadas

An introduction to Eclipse for Visual Studio users

September 3, 2007 Igor Cavalcanti Leave a comment

Aqui vai a introdução de um artigo sobre o eclipe e o visual studio

O resto está aqui

Genady Beryozkin (mail@genady.org), Software Developer
21 Aug 2007

Eclipse is a new world for Microsoft® Visual Studio® developers, and getting started with Eclipse can be confusing. New concepts, such as plug-in architecture, workspace-centric project structure, and automatic build can seem counterintuitive at first. Learn about these and other differences between the two environments, so that you can begin to feel at home with Eclipse.

All integrated development environments (IDEs) share similarities because they’re all built for the same purpose. But they have differences, too. Some of these can be attributed to application domains, but others result from the IDE design.

Obviously, Microsoft Visual Studio and Eclipse differ: The Java™ programming language is different from C/C++/.NET, and Java was the first language supported by Eclipse. The two are also different because Eclipse aims to be an IDE for “everything and nothing in particular,” introducing more generic and customizable features. Eclipse is also available on more operating systems. However, our intent is not to enumerate all the differences between Eclipse and Visual Studio.

Without being too philosophic about IDE design, this article presents the main differences between these IDEs. It’s intended for anybody who has been using Visual Studio for a while and is beginning to use Eclipse. This article doesn’t teach Java programming in Eclipse and doesn’t focus on Java-specific features (a good tutorial is listed in Resources). Rather, it discusses the differences in general.

Categories: Eng de Software, Java

Open source Alternative

September 3, 2007 Igor Cavalcanti Leave a comment

Um site que mostra alternativas open source sobre softwares comerciais

http://www.osalt.com

Inclusive o site divide os softwares por categorias, desenvolviemtno web, banco de dados etc. O site é em inglês.

Categories: Eng de Software, notícias, web

Free Software Foundation lança terceira versão da licença GNU GPL

Fonte: IDG
Depois de anos de debate e mais de 18 meses de revisão e comentários inflamados, a Free Software Foundation (FSF) lançou nesta sexta-feira (29/06) a terceira versão da licença GNU General Public License (GNU GPL), um dos modelos mais populares de licenciamento de software livre.

A questão agora é como será receptividade à GPLv3 entre os membros da comunidade open source e se eles vão migrar seus produtos da versão anterior, a GPLv2, lançada em 1991, para a nova edição.

Entre as principais novidades da versão 3 está a compatibilidade com a versão 2.0 da licença Apache Software License, o que facilita o empacotamento de aplicações com o servidor.

Além disso, a licença prevê que softwares licenciados pela GPLv3 não podem ser usados em dispositivos que limitem a liberdade de escolha do usuário. Na prática, o objetivo é garantir que o usuário sempre possa ter acesso ao código para alterá-lo, fazendo adaptações e melhorias.

Um dos pontos polêmicos da GPLv3 é a inclusão de texto para acomodar o controverso acordo de licenças cruzadas da Microsoft com a Novell, pelo qual a empresa que distribui o SUSE Linux concordou em pagar porcentuais de receitas à empresa de Bill Gates para proteger seus clientes de potencias processos por patentes ligadas ao Linux.

O texto da GPLv3 diz que empresas que “façam acordos de patente discriminatórios [...] não podem licenciar softwares sob a GPLv3”. O documento também afirma, contudo, que “a Novell não está proibida de distribuir seu software porque o acordo de proteção de patente que fez com a Microsoft em novembro pode ser usado contra a Microsoft em benefício da comunidade”.

Para incentivar a migração, a GNU lança nesta sexta-feira mais de 15 programas sob a nova licença. Apesar do lançamento da nova edição, os desenvolvedores têm a liberdade de continuar a usar a GPLv2 por quanto tempo quiserem.

O texto da GPLv3 já está disponível no site da Free Software Foundation.

Categories: Eng de Software, Linux

Integração Continua

No primeiro post vou colocar um link de um artigo de Martin Fowler, onde ele fala de integração contínua e suas práticas.

http://www.martinfowler.com/articles/continuousIntegration.html#BuildingAFeatureWithContinuousIntegration

Categories: Eng de Software