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Archive for the ‘notícias’ Category

Migrar para o Linux pode representar boa economia para sua empresa

Ótima reportagem sobre vantagens do Linux, só não enfatizaram que podemos ter os dois sistemas (Windows e Linux) na mesma máquina.

O Windows Vista foi lançado sob tímidos aplausos, seguidos por vendas fracas. Até o dia 30 de junho passado, empresas com pouca verba que não quisessem gastar com upgrade de hardware compatível com o Vista ainda podiam adquirir o confiável Windows XP. Leia Mais…

Categories: Linux, notícias

Estudantes saem da faculdade sem preparo para o mercado

Por Rodrigo Caetano, do COMPUTERWORLD

Publicada em 07 de julho de 2008 – 07h00
Atualizada em 14 de julho de 2008 – 09h18

Analistas e profissionais de RH relatam que formação é deficitária no Brasil. Alunos precisam de cursos antes de trabalhar.

A qualidade do ensino superior no Brasil é um problema para as empresas. Mesmo após quatro anos de curso, muitos profissionais entram no mercado de trabalho sem o conhecimento necessário para exercer as funções.

Esse é um dos motivos que explica o fato do futuro da TI no Brasil estar em xeque.

Geralmente, de acordo com Alexandra Reis, gerente de pesquisas da consultoria IDC, as companhias ainda precisam investir cerca de 6 meses para treinar um recém-formado.

Segundo a gerente, o setor de tecnologia é mais complexo em comparação a outras áreas da economia, como medicina ou engenharia. “Em dois anos, as tecnologias se tornam obsoletas e o profissional precisa se atualizar. Como os cursos duram quatro anos, isso acaba sendo um problema”, afirma Alexandra.

No caso dos outros setores, mesmo com avanços, a base de conhecimento necessária para exercer a profissão permanece a mesma sempre.

“A formação básica é deficitária. Muitos alunos que ingressam nos cursos de MBA precisam passar por uma atualização para acompanhar”, relata Alexandre Campos Silva, coordenador dá área de MBA da PUC de São Paulo.

A alta oferta de empregos acaba contribuindo para isso. “No terceiro ano da faculdade, a maioria dos alunos já está empregada. Com isso sobra menos tempo para eles se dedicarem aos estudos”, diz Silva.

Para Ricardo Basaglia, gerente da área de TI da Michael Page, especializada em Recursos Humanos, ao contrário dos Estados Unidos, as universidades e empresas brasileiras estão muito distantes. Em vez de buscar trabalhar com as instituições de ensino, as companhias preferem investir em cursos internamente, o que pode sair mais caro.

Fonte: ComputerWorld

Categories: notícias

Para leitores, recém-formados em TI estão piores a cada ano

Por Luiza Dalmazo, do COMPUTERWORLD
Publicada em 16 de julho de 2008 – 07h00
Atualizada em 17 de julho de 2008 – 12h59

Empresas reclamam da redução no padrão de formação e afirmam que precisam avaliar 20 profissionais para encontrar um que sirva para o posto.

A discussão sobre o futuro da TI no Brasil em xeque por falta de profissionais tem outro capítulo.

Para os leitores do COMPUTERWORLD que são empresários e professores, a culpa não está nas universidades, mas nos próprios alunos que saem das faculdades cada vez piores.

“Está cada vez mais difícil contratar estagiários para a área de tecnologia”, reclama o administrador de empresas gaúcho João Batista Brogni.

Ele, que trabalha com redes, completa: “É incrível como mesmo os jovens recém-formados não sabem sequer escrever um texto ou expressar as idéias de forma lógica”. O executivo ressalta que o sucateamento do ensino público está gerando profissionais ruins. “A estrutura precisa ser revista. Hoje, os estudantes saem da faculdade uns ‘meia-boca’”, avalia.

> Continuem o debate na CW Connect, rede social do COMPUTERWORLD para profissionais de TI e telecom.

Francisco Leitão, diretor de tecnologia da Radcom, conta que também tem problemas para contratar. Ele diz que, em ordem, seleciona currículos baseado nas noções que os estudantes têm na área para a qual se candidataram, depois ouve os planos de futuro dos universitários, os submete a uma pequena prova sobre os conhecimentos técnicos e, finalmente, avalia a redação.

Mas ele diz que cada vez se assusta mais com os candidatos que recebe. “São vários problemas; tem gente que tem curso de manutenção que não é capaz de reconhecer uma placa mãe”, reclama.

Além disso, ele diz que há também quem, depois de tudo isso, não consiga organizar suas idéias em forma de texto. “Eles comentem erros típicos de alguém que só escreve no MSN”, afirma.

Francisco Leitão garante que a sua empresa investe em treinamento, mas ressalta que quando os profissionais ficam mais qualificados acabam indo para empresas maiores. “A verdade é que há alguns anos o nível dos estagiários era muito melhor”, protesta. Leitão explica que na última seleção realizada, a companhia recebeu mais de 20 currículos, selecionou dois e só um compareceu ao trabalho.

Ione Coco, analista do Gartner para a América Latina, defende que está certo contratar profissionais pelas suas habilidades de matemática (lógica) e escrita. Mas afirma que as pessoas exigem muito dos jovens quando querem detalhes de o que elas querem em relação a seu futuro. “Hoje os jovens vêem um mundo diferente e muito mais amplo por meio da internet – não é fácil para eles saberem o que pretendem ser. Talvez fosse a vez de a área de recursos humanos mudar um pouco”, diz.

Depois de ler no COMPUTERWORLD que as faculdade facilitam as disciplinas para não perder alunos, o professor universitário Alan Carvalho, que trabalha com TI desde 1985, afirma que já ouviu colegas com uma boa definição do cenário nas universidades.

Ele propõe um raciocínio: “atualmente existem dois lados na educação superior em instituições privadas: um que deseja vender um diploma, outro que deseja comprar um diploma. E um chato no meio atrapalhando tudo. Advinhe quem é o que nessa história?”.

Segundo ele, o que cada interessado em cursar o nível superior precisa fazer é conhecer as opções de cursos antes de se inscrever na primeira faculdade que aparece. “Há opções para todos os gostos hoje”, completa.

Fonte: ComputerWorld

Categories: notícias

Embratel promete WiMAX nas capitais até julho

Embratel promete WiMAX nas capitais até julho, Felipe Zmoginski, do Plantão INFO – SÃO PAULO – A Embratel, do grupo Telmex, decidiu ampliar seu investimento na tecnologia WiMAX. [...]

Categories: notícias, utility

Falta pessoal qualificado em TI, diz Assespro

Falta pessoal qualificado em TI, diz Assespro, Felipe Zmoginski, do Plantão INFO – SÃO PAULO – Associação estima déficit de 50 mil profissionais qualificados para trabalhar na indústria de TI. [...]

Categories: notícias

EUA preparam fim da TV analógica

EUA preparam fim da TV analógica, Felipe Zmoginski, do Plantão INFO – SÃO PAULO – Emissoras de TV vão abandonar transmissões analógicas em, no máximo, nove meses. [...]

Categories: notícias

Open source Alternative

September 3, 2007 Igor Cavalcanti Leave a comment

Um site que mostra alternativas open source sobre softwares comerciais

http://www.osalt.com

Inclusive o site divide os softwares por categorias, desenvolviemtno web, banco de dados etc. O site é em inglês.

Categories: Eng de Software, notícias, web

Procura-se profissional de Tecnologia da Informação
Publicado em 22.08.2007

Especial para o JC

O cartaz desta página, em estilo velho oeste, bem que poderia estar afixado nas fachadas das empresas que compõem o Porto Digital. Procuram-se desesperadamente profissionais de Tecnologia da Informação (TI). Segundo a própria organização, atualmente há cerca de 200 vagas em aberto para profissionais de tecnologia somente no Bairro do Recife. Se observado o déficit total no Estado, o número sobe para mais de 700 vagas imediatas. O pior, segundo os gerentes de capital humano e diretores de empresas, é que essas vagas não são preenchidas mesmo com a contratação de profissionais especializados em outras áreas próximas à de TI.

Dados divulgados em um estudo do Comitê Assessor do Fundo Setorial de Tecnologia da Informação (Cati), do Ministério de Ciência e Tecnologia (MCT), mostram que o problema não está só concentrado no Recife. Em todo o Brasil, o déficit chegava a 17 mil vagas na indústria já em 2005. Mesmo assim, executivos locais acreditam que o grau do problema em Pernambuco deve ser considerado grave, já que a rápida expansão do pólo tecnológico tem exigido uma quantidade de mão-de-obra que já não pode ser oferecida pelas universidades do Estado.

Grandes empresas e centros de referência, como o Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (Cesar), são os que mais sentem a lacuna no quadro de funcionários. De acordo com a gerente de Capital Humano do Centro, Silja Oliveira, a procura por profissionais qualificados é constante. “É difícil não termos entre cinco e dez vagas em aberto toda semana”, comenta Silja. A executiva destaca que a oportunidade de conseguir bons profissionais é tão rara que ao identificar um talento, a empresa pode até passar por cima das suas necessidades imediatas. “Muitas vezes, mesmo se não tivermos vaga para aquele perfil específico, ainda assim contratamos”, completa.

Uma das soluções tem sido importar gente de outros Estados e até do exterior. “Hoje temos cinco vagas que simplesmente não conseguimos preencher. E essas mesmas vagas estão em aberto há quatro meses”, afirma o diretor da empresa especializada em inteligência artificial Neurotech, Rodrigo Cunha, que diz ter contratado profissionais de Natal (RN), João Pessoa (PB) e Curitiba (PR). Já no Instituto Nokia de Tecnologia (INdT), recentemente foram abertas dez vagas, todas preenchidas por profissionais vindos de Campina Grande (PB) e Campinas (SP).

Outra que teve que buscar profissionais fora do Estado foi a Tempest, empresa especializada em segurança da informação. Além de gente do distante Paraná, pelo menos um estrangeiro foi contratado pela empresa. “Esse profissional veio apenas fazer um curso aqui na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e foi indicado a mim pelo seu professor. Contratei imediatamente”, comenta o diretor da Tempest Evandro Curvelo, que destaca que é comum encontrar americanos e indianos trabalhando nas empresas locais de TI.

“Essa grande falta de capital humano se dá nos maiores pólos de tecnologia. Podemos dizer que é uma crise que se dá pelo desenvolvimento. E Recife é certamente um dos que mais sofrem no País”, diz o coordenador do mestrado em Engenharia da Computação da Universidade de Pernambuco (UPE), Ricardo Massa. Segundo Massa, a previsão é que o déficit brasileiro chegue a 213 mil vagas em 2012. Um dos pólos emergentes mais importantes do mundo, a Índia, deve ter um déficit de 500 mil profissionais no mesmo período.

Categories: notícias

Onde estão os nerds e geeks? O despreparo dos profissionais de TI no mercado.

June 29, 2007 Igor Cavalcanti 1 comment

O mercado de de tecnologia da informação está aquecido, mas emprego não está fácil.

Fonte original

A frase acima é aparentemente contraditória, mas é algo muito comum na área de informática. Por ser uma profissão nova e mutável, os conhecimentos de um profissional variam muito de uma pessoa para outra. Porém, um problema grave já foi detectado pelo RH de qualquer empresa que trabalha com tecnologia: os profissionais estão despreparados.

As empresas passaram a aplicar provas de conhecimento técnico, português e lógica. Um “vestibulinho”. Resultado? Numa seleção com 1000 candidatos, 2 conseguiram vaga, com demanda de 14 vagas. Ou seja, nessa empresa, ainda existem mais de 10 empregos diretos, com benefícios, mas eles simplesmente não encontram os profissionais.

Um outra, logo após a análise do currículo aplica alguns testes:
- Uma redação curta, 15 minutos para ser escrita;
- Uma prova de lógica, matemática básica (porcentagem, regra de 3, raciocínio) e português (ortografia e concordância) em 30 min;
- Uma prova técnica geral, com algoritmos básicos de maior, menor, moda, seqüência Fibonacci, etc e SQL básico, envolvendo consultas em uma base de dados com 5 tabelas.
- Depois, uma prova de conhecimentos técnicos específicos para a vaga, tanto discursiva quanto objetiva. Exemplos de questões: “O que é uma máquina virtual Java e qual a vantagem dessa virtualização?” ou “Escreva em pseudo-código ou na sintaxe de uma linguagem de programação orientada a objetos, os comandos para conectar-se a uma base de dados, inserir nome e e-mail e fechar a conexão”.

Conversando com profissionais de RH, nota-se que os candidatos erram muito em português, não conseguem fazer contas como 1/8 + 3/5 + 10%, escrevem mal (seje, menas, vc, mim ir, mim fazer, vou ir…), pecam em lógica, não conseguindo entender o próximo número de uma seqüência como 1, 1, 2, 3, 5, __. Uma pessoa que não possui domínio do idioma, provavelmente terá dificuldades em escrever um relatório e enviar para um cliente, por exemplo.
Em nível técnico, um desastre. Os recém-formados das faculdades anunciam que dominam Java, C++, Delphi e Orientação a Objetos. Não conseguem acertar uma única questão sobre os assuntos abordados.

Estou cada vez mais convencido que o Brasil não é a Índia… lá é muito melhor. Os indianos fizeram uma reforma curricular séria do ensino, que não envolve somente onde será investido mais dinheiro. Agora, centros de pesquisa de grandes empresas do mundo inteiro são atraídos para o país, antes, somente um exportador de mão de obra.

É triste constatar que nosso sistema de ensino está absolutamente falido e não há solução de curto prazo para isso. A Índia é considerada referência hoje mas iniciou os trabalhos no começo dos anos 80. E ainda demorou pouco mais de 10 anos para começar a ser reconhecida, nos anos 90. Ou seja, quando Tim Berners-Lee ensaiava o www, ela fazia reformas econômicas, focadas na educação e setor de alta tecnologia. Não há como discutir economia sem incluir educação na fórmula e mais de duas décadas depois temos o resultado atual.

E os indianos possuem um plano, como pode ser comprovado no artigo abaixo. Metas de exportação na área tecnológica, assim como planos para melhorar a qualidade da tecnologia desenvolvida. Foram tão bem sucedidos que já se discutem reformas no ensino dos EUA, pois os profissionais americanos têm sido considerados menos qualificados que eles.

Educação deve ser programa continuado de Estado e não de governo.

Para saber mais, recomendo os artigos abaixo:
Fontes: Can Information Technology Help Transform India?, A Decade of Economic Reforms in India: the Unfinished Agenda

Categories: notícias